5 Minutos com Max Nagl
Por: Nayara Freire
Em 30/04/2015
Líder do Mundial de MX analisa seu desempenho e projeta suas expectativas para o restante do campeonato

Quem está acompanhando a temporada 2015 do Campeonato Mundial de Motocross sabe que a expectativa era ver um confronto direto entre Ryan Villopoto e Antonio Cairoli na categoria MXGP. Mas o que ninguém esperava era ver Max Nagl contrariando todas essas expectativas. Além dos favoritos ao título ainda não terem desencantado, parece que a mudança de ambiente fez bem para o piloto alemão. Ele trocou de “casa”, saiu de uma equipe oficial, a HRC Honda, e partiu para outra equipe oficial, a Red Bull IceOne Husqvarna. Resultado: três vitórias em cinco etapas, quatro vezes no pódio e a liderança isolada na classificação. Mas o que será que ele pensa deste início de temporada tão promissor? E quais expectativas o alemão tem para o restante do campeonato? Descubra a seguir na entrevista exclusiva que ele concedeu ao Cross Clube Brasil. Boa leitura!

 

Max, em primeiro lugar parabéns pela liderança do campeonato na categoria MXGP. Em uma temporada onde se falava tanto em disputa de título entre Cairoli e Villopoto, você esperava um início tão promissor?

Não recebi nenhum tipo de pressão para chegar na liderança. Nem da minha equipe nem da imprensa, mas estou realmente impressionado com a minha pilotagem até o momento!

 

No ano passado você estava andando de Honda. Neste ano está pilotando uma Husqvarna. Conte-nos mais sobre a nova moto e a equipe.

A Husqvarna é perfeita para mim e a equipe está fazendo um ótimo trabalho! Estamos todos motivados!

 

Qual foi o sentimento de vencer em três continentes diferentes? GP do Catar (Ásia), GP da Argentina (América do Sul) e GP de Trentino (Europa). Quais foram as diferenças entre as pistas, os fãs e a cultura?

Eu gosto muito de correr no Catar! Argentina era um lugar novo para mim e a pista é a melhor em que eu já pilotei! Mas vencer na Itália (Trentino) na frente de Tony (Cairoli) e seus fãs realmente me deixou surpreso, mas não menos feliz!

 

Este ano corremos o risco de não ter o GP Brasil. O que você acha disso? Gosta de correr aqui?

Sim, sempre gostei muito do GP Brasil! Os fãs são os melhores e a pista era muito boa! É uma pena que talvez não estejamos pilotando aí neste ano.

 

Após cinco etapas, como está o seu foco e a sua confiança em relação ao campeonato? Já está sonhando com o primeiro título de sua carreira no Mundial de Motocross?

Sim, com certeza este ainda é o meu plano! Mas a temporada é longa, precisamos manter o foco e trabalhar duro! Conquistar o título seria um sonho realizado!

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